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Diabetes têm aumento na AL
Existem no mundo cerca de 285 milhões de casos de diabetes, que devem passar para 438 milhões em 2030. Esses números alarmantes representam mais do que dez vezes o número de pessoas que vivem com HIV/AIDS no mundo inteiro.
“No Brasil, estamos testemunhando um aumento nas taxas de diabetes e outras doenças crônicas não-transmissíveis”, alerta o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Recentemente, um evento organizado pela Fundação Mundial de Diabetes e co-patrocinada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan- Americana da Saúde debateu o assunto.
O rápido crescimento econômico e o aumento da urbanização melhoram o padrão de vida das pessoas, mas também implicam em uma série de hábitos de estilo de vida indesejáveis, como alimentação pouco saudável, redução da atividade física, tabagismo e abuso de bebidas alcoólicas. E esses fatores contribuem para o risco das doenças crônicas não-transmissíveis.
Um exemplo é o diabetes, doença que vem registrando crescimento na região da América Latina e do Caribe. Em 2010, a estimativa é que haverá 18 milhões de pessoas (6,3% dos adultos) na região vivendo com diabetes 3. Este número deve aumentar em 65%, para quase 30 milhões, nos próximos 20 anos. O diabetes é responsável por 9% de todos os óbitos da região.
De acordo com especialistas, nenhuma outra doença não-transmissível tem tantas complicações e comorbidades associadas como o diabetes.
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RS terá Instituto do Cérebro
A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) lançou a pedra fundamental para a construção do Instituto do Cérebro do RS (InsCer-RS), futuro centro de referência no tratamento e investigação de doenças neurológicas, de pesquisas multidisciplinares em neurociências e terapia celular que atenderá pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Com a inauguração prevista para meados de 2011, o InsCer será dotado de um Cíclotron - único em uma universidade privada no Brasil - aparelho para Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) - acoplado a um tomógrafo computadorizado, denominado PET/CT, e de laboratórios de radiofarmácia. O Cíclotron é um acelerador de partículas capaz de tornar um átomo radioativo. Será utilizado como nas aplicações médicas em neurologia e oncologia.
O InsCer realizará pesquisas experimentais, clínicas e pré-clínicas, para gerar e difundir conhecimento para toda a população. O diferencial será a assistência e a pesquisa direcionada ao paciente neurológico, com prioridade ao atendimento pelo SUS.
Entre os casos preferenciais estarão doenças que requerem investigação especializada, atualmente sem recursos suficientes, como Parkinson, Alzheimer e Esclerose Lateral Amiotrófica, além de Acidente Vascular Cerebral, sequelas neurológicas e Epilepsia.
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